NotíciasEntrarTestar grátis
Assunto do dia

MEI ganha aumento de teto e perdão de dívidas

Por equipe Legado Financy · Revisado por pessoa · 21 de outubro de 2026 · 2 min de leitura

Lei sancionada por Lula eleva o faturamento máximo do MEI e perdoa dívidas, beneficiando milhares de microempreendedores.

Tax forms, a pen, and a coffee mug on a dark desk
Foto ilustrativa: Tax forms, a pen, and a coffee mug on a dark desk por Kelly Sikkema, licença Licença Unsplash (via Unsplash)

Novo limite de faturamento para o MEI

A partir de hoje, o microempreendedor individual (MEI) pode faturar até R$ 130 mil por ano, acima dos R$ 81 mil anteriores. A mudança vem da lei sancionada por Lula, que também traz o perdão de dívidas tributárias para quem está em dia com o INSS. Segundo o G1, o ajuste permite que negócios que cresceram nos últimos anos mantenham a formalização sem precisar mudar de regime.

Para quem tem um pequeno comércio ou prestação de serviços, isso significa menos burocracia e a possibilidade de investir mais no próprio negócio, já que o limite maior reduz a necessidade de migrar para regimes mais complexos e custosos.

Perdão de dívidas e incentivo à regularização

A mesma lei concede o cancelamento de débitos de tributos federais, estaduais e municipais, desde que o empreendedor esteja em dia com as contribuições ao INSS. O objetivo, de acordo com a bancada do Podemos, é estimular a regularização de microempresas que ainda têm pendências fiscais. O perdão de dívidas pode aliviar o caixa de quem ainda tem parcelas atrasadas, liberando recursos para comprar insumos ou pagar funcionários.

É importante lembrar que o benefício só vale para quem tem o cadastro ativo e não possui débitos de natureza criminal. Quem se enquadrar pode solicitar a regularização pela internet, no portal do Simples Nacional.

Impacto direto no bolso da família

Para o microempreendedor, o aumento do teto e o perdão de dívidas podem significar mais dinheiro disponível no final do mês. Menos gastos com juros e multas liberam recursos que podem ser usados para reforçar a reserva de emergência ou pagar contas de casa, como aluguel e água. Além disso, a medida pode gerar mais empregos formais, pois pequenos negócios tendem a contratar mais quando têm segurança financeira.

Para quem compra de pequenos comerciantes, a formalização traz mais confiança na qualidade dos produtos e na segurança das transações, já que o empreendedor passa a ter obrigações fiscais claras.

O que fazer na prática

Se você é MEI, verifique seu faturamento anual no portal do Simples Nacional. Caso ultrapasse o novo limite, avalie se ainda faz sentido permanecer como MEI ou se é hora de migrar para outro regime. Para quem tem dívidas, acesse o site da Receita Federal e procure a opção de pedido de perdão, apresentando comprovante de pagamento regular ao INSS.

Caso ainda não seja MEI, considere a formalização: o processo é simples, pode ser feito online e garante acesso a benefícios como crédito bancário com juros menores e participação em programas de apoio ao pequeno empreendedor.

Gostou?
Esse assunto afeta a sua vida?
Enviar

📬 Grátis · todo dia útil

Receba o Resumo do dia no seu e-mail

Dólar, juros e bolsa explicados em 2 minutos, e o que isso muda no seu bolso. Sem spam; cancele quando quiser.

Ao se inscrever, você concorda em receber e-mails do Legado Financy. Veja a Política de Privacidade.
Organize o seu bolsoTeste grátis por 3 dias, sem cartão.Testar

Continue lendo

Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado por uma pessoa antes de publicar (veja nossa política editorial). Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.

Simule você mesmo

Quanto o seu dinheiro rende?

Mexa nos valores e veja um exemplo de rendimento. A taxa vem com a Selic de hoje, e você pode trocar.

Rendimento bruto–
Imposto de renda–
Você teria no fim–

Exemplo simples, só informativo: considera juros compostos na taxa informada e a tabela regressiva do imposto de renda (22,5% até 6 meses, 20% até 12, 17,5% até 24 e 15% acima). Não é recomendação de investimento e não inclui outras taxas.

Ver a calculadora completa ›