Dólar está em R$5,07 e Selic a 13,75% ao ano
O dólar fechou em R$5,07, a Selic permanece em 13,75% ao ano e a inflação dos últimos 12 meses ficou em 4,58%, enquanto a bolsa Ibovespa subiu 0,54%.
O dia em 1 minuto
O dólar encerrou a sessão a R$5,07, recuando 0,54% em relação ao dia anterior. A taxa Selic, que serve de referência para os juros de empréstimos e investimentos, segue em 13,75% ao ano. A inflação acumulada nos últimos 12 meses está em 4,58%.
Na bolsa, o Ibovespa ganhou 0,54%, atingindo 205.430 pontos, enquanto o índice americano S&P 500 caiu 1,09%.
Juros e inflação
A Selic em 13,75% ao ano indica que os juros cobrados pelos bancos em empréstimos e financiamentos permanecem altos. Isso pode encarecer o crédito, como parcelas de cartão ou financiamento de carro. A inflação de 4,58% nos últimos 12 meses mostra que os preços ainda sobem, embora em ritmo mais controlado, o que afeta o poder de compra da família.
Dólar e bolsa
Com o dólar a R$5,07, produtos importados como eletrônicos e roupas ficam mais caros, impactando o gasto das famílias. O Ibovespa em alta traz alguma esperança para quem tem investimentos em ações, mas a queda do S&P 500 mostra que o cenário internacional está volátil.
O que mexeu com o mercado
Segundo a InfoMoney, o dólar voltou a subir, o que ajudou a puxar a bolsa brasileira para cima nesta sexta-feira. O UOL Economia destacou que a bolsa subiu, mas ainda acumula queda na semana, enquanto a Petrobras (PETR4) disparou e os bancos puxaram o índice para baixo. O Investing.com Brasil registrou que a presidente do BCE, Christine Lagarde, pediu disciplina fiscal para evitar riscos de inflação, o que também influencia a expectativa de juros no Brasil.
O que isso muda no seu bolso
O dólar mais caro pode elevar o preço de itens importados e de viagens ao exterior, exigindo mais atenção ao planejamento de compras. A Selic alta mantém os juros de empréstimos elevados, o que pode encarecer parcelas de financiamento ou empréstimos pessoais. Por outro lado, a alta do Ibovespa pode melhorar o rendimento de quem tem parte da poupança investida em ações ou fundos, mas é importante lembrar que a bolsa pode oscilar. Ficar de olho na inflação ajuda a ajustar a reserva de emergência, garantindo que ela mantenha seu poder de compra.
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Exemplo simples, só informativo: considera juros compostos na taxa informada e a tabela regressiva do imposto de renda (22,5% até 6 meses, 20% até 12, 17,5% até 24 e 15% acima). Não é recomendação de investimento e não inclui outras taxas.
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