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Juros e inflação

Selic em 13,75% e inflação acima de 4%: o que isso traz para o seu bolso

Por equipe Legado Financy · 14 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

A taxa Selic está em 13,75% ao ano e a inflação acumulada em 12 meses chegou a 4,58%, afetando financiamentos, cartão de crédito, poupança e aluguel.

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Foto ilustrativa: person holding paper near pen and calculator por Kelly Sikkema, licença Licença Unsplash (via Unsplash)

O dia em 1 minuto

A taxa básica de juros (Selic) está em 13,75% ao ano, segundo o Banco Central. Nos últimos 12 meses, a inflação medida pelo IPCA subiu 4,58%, com alta de 0,82% no último mês. Esses números são o pano de fundo das notícias que movimentam os mercados hoje.

Juros e inflação

A Selic, que serve como referência para os juros de empréstimos e financiamentos, está alta. Quando a Selic sobe, os bancos aumentam o custo dos empréstimos porque precisam pagar mais para captar dinheiro. Por outro lado, a inflação acima de 4% indica que os preços de alimentos, combustíveis e serviços continuam subindo, corroendo o poder de compra.

A combinação de juros altos e inflação ainda não controlada costuma pressionar o consumo: as pessoas sentem o peso nas contas mensais e ficam mais cautelosas ao contrair dívidas.

Dólar e bolsa

As bolsas da Ásia fecharam em baixa, aguardando os próximos números de inflação dos EUA, conforme a CNN Brasil. O InfoMoney destacou que a expectativa de alta da inflação americana pode mexer nos juros globais, o que, por sua vez, afeta o Ibovespa. Embora não haja dados locais de câmbio, a volatilidade internacional costuma influenciar o valor do dólar aqui, impactando o preço de produtos importados.

O que mexeu com o mercado

Segundo o InfoMoney, a atenção dos investidores está voltada para os indicadores de inflação dos EUA, que podem mudar a política de juros da Reserva Federal. O Exame apontou que os juros do Tesouro americano estão no maior nível desde 2002, o que eleva a pressão sobre os mercados globais. No Brasil, a Agência Brasil informou que a previsão de inflação para 2026 subiu para 5,22%, sinalizando que o preço dos bens pode continuar a subir.

O que isso muda no seu bolso

Financiamento de carro ou casa: com a Selic em 13,75%, as parcelas podem ficar mais caras, porque os bancos repassam esse custo nos juros. Se você já tem um financiamento, espere que a parcela aumente ou que o banco ofereça a revisão do contrato.

Cartão de crédito: as faturas costumam ter juros ainda mais altos que a Selic. Se a conta não for paga integralmente, o valor da dívida pode crescer rapidamente.

Poupança: o rendimento da caderneta ainda é baixo, próximo à taxa Selic, mas como a inflação está acima de 4%, o dinheiro guardado perde poder de compra ao longo do tempo.

Aluguel: a Folha de S.Paulo mostrou que o aluguel subiu quase o dobro da inflação em 2026. Isso significa que quem paga aluguel sente um aumento maior que a alta geral de preços, pressionando o orçamento familiar.

Compras do dia a dia: a alta de 0,82% no IPCA do último mês indica que itens como alimentos e combustíveis já estão mais caros. Se a inflação continuar, o valor das contas de luz, água e supermercado tende a subir.

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Fontes consultadas (8)

Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado antes de publicar. Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.

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