Legado FinancyNotíciasEntrar
Entrar
Juros e inflação

Selic em 13,75% e inflação de 4,58%: entenda o impacto no seu dia a dia

Por equipe Legado Financy · 13 de outubro de 2026 · 2 min de leitura

A taxa básica de juros está em 13,75% ao ano e a inflação acumulada em 12 meses chegou a 4,58%. Veja como esses números afetam crédito, poupança e despesas domésticas.

white concrete building near green trees during daytime
Foto ilustrativa: white concrete building near green trees during daytime por Alice Juana, licença Licença Unsplash (via Unsplash)

O dia em 1 minuto

A taxa Selic, que serve de referência para os juros no Brasil, está em 13,75% ao ano. A inflação medida pelo IPCA subiu 4,58% nos últimos 12 meses, com alta de 0,82% no último mês. Esses indicadores mostram que o custo do dinheiro está alto e os preços continuam subindo.

Juros e inflação

A Selic de 13,75% significa que os empréstimos, financiamentos e o crédito rotativo do cartão de crédito ficam mais caros, porque os bancos usam essa taxa como base para cobrar juros. Por outro lado, a poupança rende menos, já que seu rendimento está atrelado a um percentual da Selic.

A inflação de 4,58% ao ano indica que, em média, os preços de bens e serviços aumentaram esse percentual nos últimos 12 meses. A alta de 0,82% no último mês mostra que os preços continuam subindo, ainda que em ritmo moderado.

Dólar e bolsa

Não há dados de variação do dólar ou da bolsa de valores nos números recebidos, portanto não comentaremos esses assuntos hoje.

O que mexeu com o mercado

Segundo o Metrópoles, o governo está buscando soluções para o crédito "predatório" justamente porque os juros altos encarecem o financiamento para consumidores. A Folha de S.Paulo destaca que os juros mudaram de patamar globalmente, o que também influencia a política monetária no Brasil. Já o Valor Econômico traz a opinião de um membro do Fed defendendo que não se deve adiar novos aumentos de juros, reforçando a pressão sobre a taxa Selic.

O que isso muda no seu bolso

Financiamento de carro ou casa: as parcelas podem ficar mais caras porque o banco repassa o custo da Selic alta. Se você usa o rotativo do cartão, os juros podem chegar a 300% ao ano, então é importante pagar o total da fatura.

Poupança e investimentos de renda fixa: o rendimento da poupança ficou próximo a 2% ao ano, bem abaixo da Selic. Aplicações em CDBs ou Tesouro Direto que pagam próximo à taxa Selic podem ser mais vantajosas.

Aluguel e despesas domésticas: a inflação de 4,58% indica que o preço de alimentos, energia e transporte tende a subir. Se o seu contrato de aluguel tem reajuste anual baseado no IPCA, espere um aumento próximo a esse percentual.

Cartão de crédito: com juros altos, o custo de parcelar compras ou deixar saldo no cartão aumenta bastante. Planeje pagar tudo à vista ou em parcelas sem juros para evitar a bola de neve.

Reserva de emergência: como o custo de vida está subindo, manter uma reserva que cubra de 3 a 6 meses de despesas se torna ainda mais importante para enfrentar possíveis aumentos de preços ou juros.

📬 Grátis · todo dia útil

Receba o Resumo do dia no seu e-mail

Dólar, juros e bolsa explicados em 2 minutos, e o que isso muda no seu bolso. Sem spam; cancele quando quiser.

Ao se inscrever, você concorda em receber e-mails do Legado Financy. Veja a Política de Privacidade.
Veja quanto você paga de jurosTeste grátis por 3 dias, sem cartão.Testar

Continue lendo

Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado antes de publicar. Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.