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Rotativo e cheque especial sobem para ricos e caem para pessoas de baixa renda

Por equipe Legado Financy · 12 de outubro de 2026 · 2 min de leitura

Uso de crédito no rotativo e cheque especial aumentou entre os mais ricos e diminuiu entre os mais pobres, segundo a Folha de S.Paulo, impactando o custo do dinheiro no dia a dia.

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O dia em 1 minuto

Hoje, a Folha de S.Paulo mostrou que o uso de crédito rotativo e cheque especial cresceu entre quem tem mais renda e recuou entre quem tem menos. Ao mesmo tempo, a CNN Brasil informou que o governo planeja lançar crédito e medidas para aliviar dívidas de empreendedores.

Juros e inflação

O rotativo do cartão e o cheque especial são tipos de empréstimo de curto prazo, com juros muito altos – geralmente acima de 300% ao ano. Quando mais pessoas usam esses produtos, o custo total das dívidas sobe, o que pode pesar no orçamento familiar. A alta dos juros também costuma acompanhar a inflação, porque os bancos aumentam a taxa para compensar a perda do poder de compra da moeda.

Dólar e bolsa

Não há dados de hoje sobre dólar ou bolsa que influenciem diretamente esse assunto.

O que mexeu com o mercado

Segundo a Folha de S.Paulo, o uso de rotativo e cheque especial “dispara entre os mais ricos e encolhe entre os mais pobres”. Isso indica que quem tem mais dinheiro está recorrendo ao crédito para aproveitar oportunidades ou manter consumo, enquanto quem tem menos está reduzindo o uso, talvez por falta de acesso ou por medo de endividamento. A mudança reflete a diferença de comportamento de consumo entre classes sociais.

A CNN Brasil acrescentou que o presidente Lula vai lançar crédito e medidas contra dívidas de empreendedores, sinalizando que o governo pretende facilitar o acesso a empréstimos com condições melhores para quem abre ou mantém um negócio.

O que isso muda no seu bolso

Para quem usa cartão de crédito, o aumento do rotativo significa que as contas podem ficar mais caras se o pagamento total da fatura não for feito. Se o seu saldo entrar no rotativo, os juros podem transformar uma compra de R$ 500 em uma dívida que ultrapassa R$ 1.500 em poucos meses. Por outro lado, a queda no uso entre os mais pobres pode indicar que famílias com renda menor estão tentando evitar esse custo alto.

Se você tem dívidas no cheque especial ou no rotativo, vale a pena buscar alternativas com juros menores, como empréstimos pessoais com taxas mais baixas ou renegociar a dívida com o banco. A medida do governo para empreendedores pode, no futuro, abrir linhas de crédito com juros menores para quem tem pequeno negócio, o que pode ajudar a equilibrar o fluxo de caixa e evitar o uso de crédito caro.

Em resumo, fique atento ao seu consumo de crédito: pagar a fatura completa evita juros altos, e procurar opções mais baratas de empréstimo pode proteger seu orçamento e a reserva de emergência.

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Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado antes de publicar. Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.