Bolsa bate recorde e dólar recua; entenda o cenário
O Ibovespa teve alta e o dólar registrou queda, enquanto investidores aguardam novos dados de inflação e resultados de empresas.
O dia em 1 minuto
Nesta segunda-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, subiu 1,38% e alcançou 209.066,9 pontos. Por outro lado, a cotação do dólar recuou 0,77%, cotado a R$ 4,98. O euro também caiu, registrando variação negativa de 1,06% e valor de R$ 5,56.
No cenário internacional, o índice S&P 500 teve leve baixa de 0,06%, chegando a 7.807,24 pontos. A criptomoeda bitcoin recuou 1,22%, cotada a 82.655,29 dólares. O petróleo do tipo Brent subiu 1,22%, a 106 dólares, e o ouro caiu 0,42%, negociado a 4.198,40 dólares a onça.
Juros e inflação
A taxa básica de juros da economia, a Selic, está definida em 13,75% ao ano, conforme dados de 04/11/2026.
Já a inflação oficial (medida pelo IPCA) ficou em 0,82% no último mês apurado (01/09/2026). No acumulado de 12 meses até essa mesma data, o índice registra alta de 4,58%.
Dólar e bolsa
Segundo o InfoMoney, o dólar manteve patamar elevado devido a tensões no Golfo e à expectativa sobre a inflação nos Estados Unidos. Pelo lado da bolsa brasileira, o site Seu Dinheiro destacou que o Ibovespa atingiu recordes e gerou discussões sobre os próximos passos para o mercado. Já o InvestNews apontou, com base na alta do fundo EWZ, que o otimismo de investidores estrangeiros com o Brasil continua presente, embora a CNN Brasil tenha alertado para a necessidade de cautela após o primeiro turno das eleições.
O que mexeu com o mercado
De acordo com o UOL Notícias, o mercado americano adotou uma postura de cautela à espera de novos dados de inflação e de balanços de empresas. O Valor Econômico destacou a fala de Hammack, dirigente do Banco Central dos Estados Unidos (Fed), que defendeu a continuidade de altas nos juros daquele país. O Jornal da Unesp também noticiou a premiação do Nobel de Economia para pesquisas focadas no combate a crises.
O que isso muda no seu bolso
Com o dólar cotado a R$ 4,98 e a inflação acumulada em 12 meses em 4,58%, o custo de produtos importados, viagens e itens que dependem de insumos externos continua pesando no orçamento. Para quem guarda dinheiro na poupança ou na reserva de emergência, o patamar da taxa básica de juros em 13,75% ao ano mantém o rendimento de aplicações de renda fixa em patamares elevados, mas exige atenção redobrada com os preços no supermercado e no dia a dia.
Fontes consultadas
- Wall Street opta pela prudência antes de dados da inflação e resultados empresariais · UOL Notícias
- Ibovespa no topo, agenda cheia: para onde o investidor deve olhar no pós-recorde da bolsa · Seu Dinheiro
- Nobel de Economia reconhece pesquisas que aprimoraram políticas de combate às crises econômicas · Jornal da Unesp
- Dólar mantém maior cotação em 18 meses diante de tensões no Golfo e inflação nos EUA · InfoMoney
- Tesouro Direto surpreende e provoca nova revisão dos analistas · Acionista.com.br
- Fundo imobiliário IRIM11 anuncia dividendos; veja valor e quem recebe · Suno - Investimentos Inteligentes
- Agenda de Dividendos: Bradesco (BBDC4) em contagem regressiva de data-com e muito mais · Investidor10
- Subida do fundo EWZ indica que estrangeiros mantêm otimismo com bolsa brasileira · InvestNews
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Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado antes de publicar. Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.
