Dólar recua a R$ 4,98 e bolsa sobe; Selic segue em 13,75%
O dólar caiu para R$ 4,98 e o Ibovespa subiu 1,38%. A Selic está em 13,75% ao ano e a inflação em 12 meses é de 4,58%.
O dia em 1 minuto
O dólar estava cotado a R$ 4,98, com queda de 0,81%. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subiu 1,38% e chegou a 209.066,9 pontos. Nos Estados Unidos, o S&P 500, índice que reúne grandes empresas americanas, também avançou: 0,59%.
Os dados de hoje não trouxeram manchetes. Por isso, este resumo se limita aos números e não aponta o motivo dos movimentos.
Juros e inflação
A Selic, taxa básica de juros do país, está em 13,75% ao ano. Ela é a referência para toda a economia: influencia quanto rendem aplicações de renda fixa e quanto custam empréstimos, financiamentos e o crédito do cartão.
O IPCA, índice oficial de inflação, acumulou 4,58% em 12 meses. Isso quer dizer que, em média, os preços que a gente paga subiram esse tanto no período. No último mês divulgado, a alta foi de 0,82%, um ritmo mais forte do que a média mensal do último ano.
A Selic está bem acima da inflação. Na prática, quem tem dinheiro aplicado em opções ligadas aos juros pode ter um rendimento maior do que a alta dos preços, enquanto quem deve paga caro pelo crédito.
Dólar e bolsa
O dólar, a R$ 4,98, ficou menos de 1% mais barato em relação ao real. O euro seguiu o mesmo caminho: custava R$ 5,58, com queda de 0,7%.
O Ibovespa subiu 1,38%. O bitcoin, uma moeda digital que oscila bastante, estava em US$ 82.981,01, alta de 0,53%.
Há ainda duas matérias-primas muito acompanhadas. O petróleo Brent, referência mundial para o preço do barril, estava em US$ 104,72, com alta de 0,42%. O ouro custava US$ 4.216,30 por onça (unidade de peso usada no comércio do metal, cerca de 31 gramas), com avanço de 1,43%.
O que isso muda no seu bolso
Com a Selic em 13,75%, dívidas como cartão de crédito, cheque especial e financiamentos tendem a ficar caras. Para quem guarda dinheiro, a taxa alta costuma significar rendimentos maiores em aplicações simples de renda fixa, como as usadas em reservas de emergência. Vale lembrar que o rendimento depende de cada produto e de suas regras.
A inflação de 4,58% em 12 meses mostra que o custo de vida subiu. Quem não vê o salário ou o rendimento acompanhar esse ritmo pode sentir o orçamento mais apertado no mercado, na conta de luz ou no aluguel.
O dólar mais baixo costuma deixar mais barato o que depende de moeda estrangeira, como viagens internacionais e produtos importados. O efeito nem sempre chega rápido às prateleiras, e a cotação muda de um dia para o outro.
O petróleo acima de US$ 100 o barril é algo a observar, porque ele influencia o preço dos combustíveis e, por tabela, o frete e os alimentos. Nada disso é uma previsão: são os números de hoje e a forma como costumam se conectar ao dia a dia.
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Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado antes de publicar. Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.
