Dólar recua para R$ 4,98 e Ibovespa sobe mais de 1%
O dólar caiu para R$ 4,98 e a bolsa brasileira subiu 1,09%. A Selic segue em 13,75% ao ano e a inflação de 12 meses está em 4,58%.

O dia em 1 minuto
O dólar fechou o dia valendo R$ 4,98, uma queda de 0,69%. A bolsa brasileira, o Ibovespa, subiu 1,09% e chegou a 208.464 pontos. Lá fora, o S&P 500, índice que reúne grandes empresas americanas, também avançou: 0,58%.
É um dia de números mais tranquilos para quem acompanha o preço da moeda americana e o desempenho das empresas brasileiras na bolsa.
Juros e inflação
A taxa básica de juros, a Selic, está em 13,75% ao ano. Ela é a taxa que serve de referência para todos os juros do país: quanto mais alta, mais caro fica pegar dinheiro emprestado e mais rendem, em geral, as aplicações de renda fixa.
A inflação, que mede o aumento dos preços, acumulou 4,58% em 12 meses, pelo IPCA. Isso quer dizer que, na média, o que a gente compra ficou 4,58% mais caro nesse período. No último mês divulgado, o IPCA foi de 0,82%.
Dólar e bolsa
O dólar a R$ 4,98 significa que cada dólar custa pouco menos de cinco reais. O euro seguiu o mesmo caminho e caiu 0,74%, para R$ 5,58.
O Ibovespa é uma espécie de termômetro das maiores empresas listadas na bolsa do Brasil. Quando sobe, indica que, na média, o valor dessas empresas aumentou naquele dia. Nos Estados Unidos, o movimento foi parecido, com alta de 0,58% no S&P 500.
Outros preços que se movimentaram:
• Petróleo Brent (referência mundial): US$ 103,86 por barril, queda de 0,4%. • Ouro: US$ 4.216,10 por onça (unidade de peso usada no mercado), alta de 1,42%. • Bitcoin: US$ 82.652,08, alta de 1,19%.
O que isso muda no seu bolso
Com a Selic em 13,75%, financiamentos, cartão de crédito e empréstimos continuam com juros elevados. Quem tem dívida costuma sentir isso na parcela. Já quem guarda dinheiro em aplicações ligadas à Selic tende a ter um rendimento maior do que teria com juros baixos.
Um ponto útil é comparar o que o dinheiro rende com a inflação de 4,58% em 12 meses. Se o rendimento for menor que isso, o dinheiro perde poder de compra, ou seja, compra menos coisas do que antes. Esse raciocínio vale também para a reserva de emergência.
O dólar mais baixo pode ajudar a segurar o preço de produtos importados e de itens que dependem de insumos comprados em dólar, como alguns eletrônicos. Isso não é imediato, porque o repasse às lojas costuma demorar.
O petróleo, mesmo com leve queda, segue acima de US$ 100 por barril. Como ele influencia o preço dos combustíveis e do frete, vale acompanhar esse movimento, pois ele pode chegar ao supermercado e ao transporte.
Por fim, oscilações diárias como as de hoje são normais. O que pesa mais no orçamento da família é a tendência de médio prazo dos juros e dos preços, e não a variação de um único dia.
Receba o Resumo do dia no seu e-mail
Dólar, juros e bolsa explicados em 2 minutos, e o que isso muda no seu bolso. Sem spam; cancele quando quiser.
Ao se inscrever, você concorda em receber e-mails do Legado Financy. Veja a Política de Privacidade.Continue lendo
Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado antes de publicar. Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.
