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Juros e inflação

Selic em 13,75% e IPCA em 4,58%: o que isso muda no seu dia a dia

Por equipe Legado Financy · 9 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

A Selic está em 13,75% ao ano e a inflação em 12 meses é de 4,58%. O IPCA do último mês foi de 0,82%. Veja o que isso significa para crédito, poupança, aluguel e preços.

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Foto ilustrativa: 1st Ave. S. north from S. Washington St., 1870 - DPLA - ea41a580c302e3c3553f9e991fbad10c por George Moore?, reprinted by Webster & Stevens, licença Public domain (via Wikimedia Commons)

Onde estamos

Os dados mais recentes mostram a Selic, a taxa básica de juros do país, em 13,75% ao ano. Já o IPCA, índice oficial que mede como os preços variam para as famílias, acumulou alta de 4,58% em 12 meses.

No último mês disponível (data de referência 01/09/2026), o IPCA foi de 0,82%. Esse é o número do mês isolado, e não o acumulado do ano.

O que isso quer dizer

A Selic funciona como a "taxa mãe" da economia. Bancos usam essa referência para definir quanto cobram em empréstimos e financiamentos e quanto pagam por aplicações. Quando ela está alta, o crédito tende a ficar mais caro e o dinheiro aplicado em produtos de renda fixa tende a render mais.

O IPCA mostra o quanto o custo de vida subiu. Uma inflação de 4,58% em 12 meses significa que, em média, o que custava R$ 100 um ano atrás hoje custa cerca de R$ 104,58. Cada família sente isso de um jeito, porque o peso de alimentos, transporte ou moradia muda de casa para casa.

O resultado de 0,82% em um único mês parece alto quando comparado ao acumulado de 12 meses. Ainda assim, um mês sozinho não diz como será o resto do ano.

O que muda no seu bolso

Financiamentos e empréstimos: com a Selic neste patamar, parcelas de financiamento de carro, crédito pessoal e outras dívidas com juros variáveis costumam pesar mais no orçamento.

Cartão e cheque especial: são as modalidades com os juros mais altos do mercado, e uma taxa básica elevada tende a manter esse custo pesado. Deixar o rotativo do cartão crescer pode transformar uma dívida pequena em uma grande.

Poupança e reserva: juros altos significam que quem guarda dinheiro pode receber mais, mas a inflação "come" parte desse ganho. O que importa é o rendimento depois de descontar a alta dos preços.

Aluguel e contratos: muitos contratos são reajustados por um índice de preços, e o IPCA é um dos que podem ser usados. O índice e a data do reajuste estão escritos no seu contrato.

Compras do dia a dia: preços que sobem pouco a pouco reduzem o que o mesmo salário consegue comprar ao longo do tempo.

Como se organizar

Não existe regra única, e cada situação é diferente. Alguns pontos costumam ajudar a pensar no assunto.

Primeiro, vale listar todas as dívidas com a taxa de juros de cada uma. Isso mostra quais pesam mais no mês.

Segundo, a reserva de emergência, que é o dinheiro guardado para imprevistos, geralmente fica em lugares onde se pode resgatar rápido e sem risco de perda. Com a Selic alta, a diferença de rendimento entre as opções fica mais visível, e comparar custos e regras de resgate é um bom exercício.

Terceiro, acompanhar o orçamento mensal ajuda a perceber quais gastos estão subindo mais, já que a inflação média pode ser diferente da que você sente.

Por fim, antes de assumir uma nova parcela, é útil calcular quanto ela representa da renda mensal com os juros atuais. Esses números mudam, e o Legado Financy continua acompanhando Selic e IPCA para você.

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Conteúdo informativo, escrito com apoio de inteligência artificial a partir de dados públicos e de reportagens de veículos de notícia, e revisado antes de publicar. Não é recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer investimento, nem consultoria financeira, tributária ou jurídica. Valores e taxas mudam; confirme nas fontes oficiais.