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MEI

MEI: como separar as finanças pessoais das da empresa

Por equipe Legado Financy · Atualizado em 07/10/2026 · 6 min de leitura

Quem é MEI costuma usar a mesma conta e o mesmo cartão para tudo: comprar material, pagar o mercado, receber de clientes e pagar a conta de luz de casa. Isso parece prático, mas esconde o resultado real do negócio e dificulta até o planejamento do imposto.

Por que separar é tão importante

Passo a passo para separar

  1. Abra uma conta só para o MEI. Muitos bancos oferecem conta PJ gratuita ou barata. Todo dinheiro recebido de clientes entra nela.
  2. Defina seu "pró-labore": um valor fixo que você transfere todo mês da conta do MEI para a sua conta pessoal. É o seu salário.
  3. Pague os custos do negócio só com a conta PJ: materiais, internet do trabalho, taxas, o DAS mensal.
  4. Guarde uma reserva do negócio para meses fracos e para o imposto.
  5. Registre tudo. Entradas e saídas, com data, cliente e categoria.

O que acompanhar todo mês

ItemO que olhar
FaturamentoTotal recebido no mês e no ano. Fique de olho no limite anual do MEI (confira o valor vigente no Portal do Empreendedor).
CustosMaterial, deslocamento, taxas e tudo o que é necessário para vender.
LucroFaturamento menos custos. É daqui que sai o seu pró-labore.
DASGuia mensal. Atrasos geram multa e podem causar problemas no CNPJ.
Dica: no Legado Financy você pode criar contas como "Conta MEI" e "Conta pessoal" e classificar cada lançamento, vendo as duas realidades no mesmo painel.

Erros comuns do MEI

Com a separação feita, o resto fica mais fácil: aplicar a regra 50-30-20 sobre o seu pró-labore e criar uma reserva de emergência pessoal.

Este conteúdo é educativo e não substitui a orientação de um contador. As regras do MEI podem mudar; confirme sempre no Portal do Empreendedor.

Perguntas frequentes

Preciso mesmo de uma conta PJ para o MEI?

Não é obrigatório pela lei, mas é muito recomendável. Separar as contas é a forma mais simples de saber o resultado real do negócio.

Quanto devo retirar como pró-labore?

Comece com uma média do lucro dos últimos meses, menos uma folga. Se o negócio crescer, aumente o valor aos poucos.

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Este conteúdo é educativo e informativo. Não constitui recomendação de investimento, consultoria financeira, tributária ou jurídica. Regras, taxas e limites mudam com o tempo; confirme sempre nas fontes oficiais e, se necessário, com um profissional habilitado.